Famílias que escolheram a Casa Bromélia falam sobre o que encontraram
Os depoimentos abaixo foram colhidos entre julho e outubro de 2025, com autorização de cada família.
Voltar à página inicialDepoimentos
"Quando minha mãe chegou à Casa Bromélia, fiquei surpresa com a leveza do lugar. Não tem aquele ar de clínica que tanto temia. Ela tem um canto só dela no quarto, gosta da companheira que a Marina escolheu com cuidado, e raramente fica de quarto nos dias em que tem programação de tarde."
"Meu pai sempre foi muito independente. O que me convenceu foi a forma como a equipe descreveu o limite do apoio — que seria ele a decidir o que quer ajuda, não a gente. Esse detalhe fez toda a diferença. Ele está lá há quatro meses e ainda gosta de resolver o banco sozinho, só que agora tem alguém que vai junto quando pede."
"Fui ao Dia de Convívio primeiro como visita, achando que era só um tour com nome diferente. Não é. Almoçamos juntos, fiquei no jardim, tomei café com outros moradores. Dois meses depois minha tia pediu para entrar na lista de espera. Ela foi quem decidiu, depois daquela tarde."
"A Ricardo vai buscar meu pai na farmácia quando precisa, ajuda a pagar as contas online, e anota tudo que foi feito. Não é uma empresa de serviços, parece que tem alguém de confiança que conhece a rotina dele. Isso tem um valor que não consigo colocar em palavras."
"O que mais apreciei foi a honestidade sobre o que a casa não faz. Logo na primeira conversa a Marina deixou claro que não têm enfermeira, que serviços médicos são por fora. Isso evitou uma frustração enorme — e nos ajudou a planejar o acompanhamento da minha mãe de forma mais realista."
"Meu avô tem 82 anos e gosta de ficar quieto. A Casa Bromélia foi a única opção que deixou claro que isso seria respeitado. Ele não vai às reuniões de tarde todo dia — às vezes fica no quarto lendo. Ninguém foi buscá-lo. Esse respeito é o que faz a diferença."
Três famílias, três caminhos diferentes
A situação
Dona Elza, 78 anos, morava sozinha em Ipanema depois que o marido faleceu. A filha morava em São Paulo e não conseguia visitá-la com frequência. Dona Elza se recusava a se mudar para uma clínica.
O que aconteceu
A filha soube da Casa Bromélia por uma vizinha. Dona Elza foi ao Dia de Convívio em maio de 2024 — "só para ver" — e pediu para fazer a visita de chegada na semana seguinte. Ela mesma disse à filha que queria se mudar.
Depois de um ano
Dona Elza mora na casa há treze meses. Gosta da companheira de quarto, participa das reuniões de tarde quando quer e liga para a filha pelo tablet com ajuda do Ricardo. A filha visita todo mês.
A situação
Seu Jorge, 83 anos, ainda queria morar "de forma independente". Os filhos estavam preocupados com as saídas ao banco e as contas atrasando, mas qualquer sugestão de ajuda era recebida com resistência.
O que aconteceu
O filho conversou com a Marina sobre o Pacote de Apoio antes de mencionar para Seu Jorge. Na apresentação, a equipe explicou ao Seu Jorge que ele seria quem definiria o que queria ajuda — não a família. Ele escolheu começar pelas saídas ao banco.
Oito meses depois
Seu Jorge mora na casa e usa o pacote de apoio. Ainda insiste em fazer algumas coisas sozinho — e a equipe respeita. O filho diz que as discussões sobre autonomia praticamente desapareceram.
A situação
Dona Helena, 71 anos, ainda vivia de forma bastante ativa mas se sentia solitária depois de se aposentar. A família não estava pensando em moradia, mas achava que uma tarde por semana com companhia faria bem.
O que aconteceu
Dona Helena começou a frequentar o Dia de Convívio em junho de 2025. Veio duas vezes com a filha e depois passou a ir sozinha, de ônibus, toda quinta-feira.
Hoje
Dona Helena continua frequentando como convidada toda quinta. Fez amizades com dois moradores. Não pensa em se mudar por enquanto — e isso, segundo a filha, é exatamente o que torna a Casa Bromélia diferente: não houve pressão nenhuma.
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Telefone+55 (21) 2529-8374
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E-mail[email protected]
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EndereçoRua Visconde de Pirajá, 1372
Ipanema, Rio de Janeiro – RJ, 22410-003 -
Atendimento
Segunda a sexta: 8h às 18h
Sábado: 9h às 14h
Domingo: somente visitas agendadas
Em números
Reconhecimentos e cadastros
Cadastro municipal ativo
Secretaria Municipal de Assistência Social do Rio de Janeiro, desde 2019.
Guia Carioca de Envelhecimento Ativo 2024
Mencionada como referência em moradia de convivência não-clínica na Zona Sul.
Rede de Cuidado Comunitário RJ
Membro desde 2021, participando de encontros anuais sobre moradia para adultos maiores no Rio.
Uma tarde aqui diz mais do que qualquer depoimento
Se algo do que leram fez sentido, o próximo passo pode ser simples — um telefonema ou uma tarde no Dia de Convívio. Sem compromisso com o que vem depois.
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